Estreito de Ormuz será reaberto “de um jeito ou de outro”, afirma Rubio

Marco Rubio afirma que estreito de Ormuz será reaberto
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou nesta terça-feira (26 de maio de 2026) que o estreito de Ormuz, responsável por 20% da produção global de petróleo, será reaberto “de um jeito ou de outro”. Durante uma conversa com jornalistas em seu avião, Rubio mencionou que as negociações com o Irã podem levar alguns dias para serem concluídas.
Rubio enfatizou que a situação atual no estreito é ilegal e insustentável, afirmando que nenhum país apoia a ideia de um sistema de pedágio na região. Ele destacou a necessidade de que o estreito seja aberto imediatamente após a assinatura de qualquer acordo.
Reações do Irã e dos EUA
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter o direito de retaliar contra qualquer violação do cessar-fogo. O líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, declarou que os países da região não podem mais servir de escudo para as bases norte-americanas. Em contrapartida, o presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou que o bloqueio naval ao Irã permanece em vigor, mesmo após a assinatura de um Memorando de Entendimento sobre a Paz.
Trump afirmou que não apressará a conclusão de um acordo de cessar-fogo, permitindo que as negociações avancem de forma ordenada. Apesar do cessar-fogo em vigor desde abril, os EUA realizaram novos ataques no sul do Irã, justificando a ação como uma medida de proteção às suas tropas.
Impactos da guerra no fornecimento de petróleo
A guerra, que teve início com ataques dos EUA e de Israel ao Irã em 28 de fevereiro, provocou um impacto significativo no fornecimento de petróleo global. O Irã respondeu aos ataques lançando drones e mísseis contra países do Golfo que abrigam bases norte-americanas. A situação continua tensa, com o Irã afirmando ter abatido um drone norte-americano “hostil” utilizando um novo sistema de defesa aérea.
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Conclusão
A situação no estreito de Ormuz e as tensões entre os EUA e o Irã permanecem críticas, com implicações diretas para o mercado de petróleo e a segurança regional. A comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos das negociações e as possíveis reações dos países envolvidos.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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