China reprova ação dos EUA contra BYD, Alibaba e Baidu

Departamento de Defesa dos EUA adiciona empresas chinesas à lista de companhias do setor militar em 8 de junho.

14/06/2026 00:20

2 min

China reprova ação dos EUA contra BYD, Alibaba e Baidu
(Imagem de reprodução da internet).

China Critica Inclusão de Empresas na Lista Militar dos EUA

A China expressou sua forte insatisfação com a decisão dos Estados Unidos de incluir diversas empresas chinesas em uma lista que as classifica como ligadas ao setor militar do país asiático. A medida foi anunciada pelo Departamento de Defesa dos EUA no dia 8 de junho de 2026.

A lista, chamada de “Chinese Military Companies”, identifica empresas que, segundo o governo norte-americano, têm vínculos com a base industrial de defesa da China ou com a estratégia de fusão civil-militar do país.

Reação do Ministério do Comércio da China

O Ministério do Comércio da China criticou a ação dos EUA, afirmando que desconsiderou o consenso alcançado em uma reunião anterior entre os líderes dos dois países. A inclusão na lista não implica automaticamente sanções econômicas, mas restringe contratos com o Departamento de Defesa dos EUA e pode afetar a reputação das empresas listadas.

Além disso, a medida pode limitar a compra de produtos e serviços dessas empresas por terceiros a partir de 2027, impactando suas relações comerciais e com investidores.

Impacto nas Empresas Chinesas

A inclusão na lista amplia a pressão dos EUA sobre grandes empresas de tecnologia, veículos elétricos, semicondutores, inteligência artificial e biotecnologia da China. Pequim acusa Washington de utilizar a segurança nacional como justificativa para restringir a atuação internacional das empresas chinesas.

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Entre as empresas afetadas estão a montadora BYD, o grupo de comércio eletrônico Alibaba e a empresa de tecnologia Baidu, além de outras como NIO, BOE Technology e WuXi AppTec.

Pedido de Revogação e Possíveis Retaliações

O Ministério do Comércio da China solicitou que os EUA revoguem a medida e ofereçam tratamento justo e não discriminatório às empresas chinesas. O órgão também alertou que, se a decisão for mantida, Pequim tomará medidas de retaliação de forma resoluta e enérgica.

Fonte por: Poder 360

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