Conselheiro de Trump afirma que “brasileiras geram confusão”

Controvérsias sobre Mulheres Brasileiras em Entrevista de Paolo Zampolli
Paolo Zampolli, enviado especial para parcerias globais durante o governo de Donald Trump, fez declarações polêmicas sobre mulheres brasileiras em uma entrevista à emissora italiana Rai, exibida em 19 de abril. Ele afirmou que “mulheres brasileiras são programadas para causar confusão”, referindo-se à sua ex-esposa, Amanda Ungaro, com quem foi casado por quase 20 anos.
Durante a entrevista, Zampolli comentou que os brasileiros têm uma cultura influenciada por novelas, sugerindo que isso contribui para estereótipos negativos sobre as mulheres do país. Ele foi questionado sobre se isso seria uma “questão genética”, ao que respondeu negativamente, reiterando sua afirmação sobre as brasileiras.
Declarações Controversas e Consequências
O empresário italiano também fez comentários depreciativos sobre uma mulher chamada “Lidia”, descrevendo-a de forma ofensiva e generalizando suas opiniões sobre brasileiras. Essas declarações levantaram críticas e preocupações sobre a forma como as mulheres são retratadas e tratadas em discussões públicas.
Zampolli, que tem uma longa relação com Trump, foi mencionado em um contexto mais amplo, incluindo sua proposta para substituir o Irã pela Itália na Copa do Mundo de 2026, uma iniciativa que foi apresentada à FIFA e ao presidente Trump.
Deportação de Amanda Ungaro e Impactos Pessoais
Amanda Ungaro, de 41 anos, foi deportada dos Estados Unidos em 2025 após viver no país por 23 anos. Ela acredita que sua expulsão foi influenciada politicamente por seu ex-marido, e atualmente, os dois estão em uma disputa judicial pela guarda de seu filho de 15 anos.
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Zampolli, que tem sido um aliado próximo de Trump desde 2004, foi fundamental para garantir o visto de trabalho de Melania Trump nos anos 1990, consolidando sua influência no círculo político americano.
Conexões com Jeffrey Epstein e Acusações de Abuso
O círculo social de Zampolli incluía Jeffrey Epstein, e seu nome aparece em diversos registros relacionados ao financista, que faleceu em 2019. Amanda Ungaro relatou que, em 2002, embarcou em um dos voos de Epstein, onde viu várias jovens que pareciam ser mais estudantes do que modelos.
Além disso, Amanda acusou seu ex-marido de abusos sexuais e agressões físicas, afirmando que ele a levava a festas organizadas por Sean “Diddy” Combs, que atualmente enfrenta acusações de tráfico sexual. Ela já foi convidada a depor perante o Congresso dos EUA, que investiga o caso, mas ainda não recebeu uma intimação oficial.
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Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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