Eduardo alerta sobre possível atentado contra Flávio Bolsonaro

Eduardo Bolsonaro alerta sobre segurança de Flávio Bolsonaro
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) expressou preocupações sobre a segurança de seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é senador e pré-candidato à presidência. Em uma entrevista à Rede Comunica Brasil, Eduardo afirmou que o avanço de Flávio na corrida presidencial aumenta o risco de sua vida.
Eduardo enfatizou a necessidade de Flávio ser cauteloso, afirmando que sua eliminação poderia deixar a eleição “entregue de bandeja” ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele mencionou que, caso algo aconteça com Flávio, restariam apenas candidatos menos conhecidos da direita, como Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).
Violência política e suas implicações
Eduardo Bolsonaro atribuiu à esquerda o incentivo à violência política, citando casos de assassinatos de políticos, como o do senador colombiano Miguel Uribe e do candidato à presidência do Equador, Fernando Villavicencio. Ele também lembrou do atentado sofrido por Jair Bolsonaro em 2018 e de um ataque a Donald Trump em 2024.
Essas declarações surgiram em meio a discussões sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, uma cinebiografia de Jair Bolsonaro, que está sendo produzido com recursos significativos, levantando suspeitas sobre a origem do dinheiro.
Financiamento do filme e acusações
Documentos do Intercept Brasil revelaram uma operação de quase US$ 24 milhões relacionada ao filme, com parte do dinheiro supostamente enviada por Daniel Vorcaro, um aliado da família Bolsonaro. Eduardo defendeu a operação como um “mero investimento” e negou que houvesse lavagem de dinheiro envolvida.
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Recentemente, o PT lançou uma plataforma digital para mobilização, visando relacionar Flávio Bolsonaro ao banqueiro Vorcaro, o que Eduardo considera uma estratégia eleitoral da esquerda.
Conclusão sobre a segurança e a política
Eduardo Bolsonaro também negou que uma casa em Arlington, Texas, tenha sido comprada com recursos de Vorcaro, afirmando que mora de aluguel. Ele relatou ter chamado a polícia após um repórter do Intercept tentar entrevistá-lo em sua residência, reforçando suas preocupações com a segurança.
As declarações de Eduardo refletem um clima de tensão política e a crescente polarização no cenário eleitoral brasileiro.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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