Piovani afirma que fez “publi” e se opõe à “privatização do Banco Central”

Atriz defende que seguiu a lei ao marcar postagem com “#publi”; sindicato desembolsou R$ 300 mil. Confira no Poder360.

26/06/2026 18:30

2 min

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Luana Piovani se posiciona contra a PEC da autonomia do Banco Central

A atriz Luana Piovani anunciou em suas redes sociais, na quinta-feira (25 de junho de 2026), que participou de uma campanha publicitária contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca aumentar a autonomia do Banco Central. Ela se manifestou contra a privatização da instituição e revelou que recebeu R$ 300 mil pelo trabalho, o que gerou repercussão nas redes sociais.

O Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central) apoiou a iniciativa de Piovani, destacando que a publicidade traz visibilidade para a discussão sobre a PEC. A atriz afirmou que só promove produtos e ideias com as quais concorda, enfatizando sua posição contrária à privatização do Banco Central.

Justificativa da atriz e posicionamento do Sinal

Em sua declaração, Piovani ressaltou a importância de que as publicidades sejam claramente identificadas, utilizando a hashtag “#publi” para indicar que se trata de um conteúdo patrocinado. Ela acredita que essa transparência é fundamental para que os consumidores estejam cientes do que estão consumindo.

A assessoria do Sinal confirmou que a contratação de Piovani foi feita de maneira legal e que a entidade possui a legitimidade necessária para realizar ações em defesa dos interesses dos servidores do Banco Central. O sindicato argumenta que a PEC deve ser debatida de forma acessível à população, dada sua complexidade.

Detalhes sobre a PEC da autonomia do Banco Central

A PEC, relatada pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM), já passou pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado e aguarda votação em plenário. Entre as principais mudanças propostas, estão:

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  • Desvinculação do Banco Central do Orçamento Geral da União, permitindo o uso de receitas próprias para despesas;
  • Aumento do controle do Banco Central sobre as carreiras e salários de seus servidores;
  • Inclusão do Pix na Constituição, garantindo sua gratuidade para pessoas físicas e proibindo sua privatização.

O Sinal se opõe à PEC, argumentando que a transformação do Banco Central em uma empresa pública pode reduzir o controle social sobre a instituição e aumentar a influência de bancos privados, comprometendo a fiscalização e a estabilidade dos servidores.

Nota do Sinal sobre a PEC

O Sinal divulgou uma nota reafirmando seu compromisso em dar visibilidade à pauta da PEC, destacando a necessidade de um debate claro e acessível à população sobre as possíveis consequências da proposta, que podem impactar significativamente o país.

Fonte por: Poder 360

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