Principal negociador do Irã critica EUA por ameaçarem segurança marítima

Presidente do Parlamento iraniano declara que Teerã ainda não iniciou retaliações no mar

05/05/2026 07:20

2 min

Principal negociador do Irã critica EUA por ameaçarem segurança marítima
(Imagem de reprodução da internet).

Tensões no Estreito de Ormuz Aumentam

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, denunciou que os Estados Unidos e seus aliados estão comprometendo a segurança da navegação e do transporte de energia no Estreito de Ormuz. Ele afirmou que isso ocorre devido à violação do cessar-fogo e à imposição de um bloqueio na região, onde as tensões estão em ascensão.

Em uma publicação na rede social X, Ghalibaf expressou que a maldade dos EUA diminuirá e destacou que a manutenção do status quo é insustentável para os Estados Unidos, insinuando que a situação pode se agravar ainda mais.

Conflitos e Ameaças no Estreito

Os comentários de Ghalibaf surgem em um contexto de crescente tensão, com disparos entre as forças dos EUA e do Irã no Estreito de Ormuz. O presidente Donald Trump não confirmou se a trégua entre os dois países ainda está em vigor, mas alertou que as forças iranianas enfrentariam consequências severas caso atacassem navios americanos na região.

A situação no estreito se intensificou desde o início do conflito entre os EUA e Israel contra o Irã, com Teerã restringindo a passagem de embarcações e exigindo controle sobre a navegação, além de taxas para a passagem. O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais críticas do mundo, responsável por quase 20% do petróleo e gás global.

Impactos e Retaliações

Após tentativas frustradas de negociação para encerrar a guerra, Trump anunciou que as forças americanas bloqueariam a entrada e saída de navios dos portos iranianos, incluindo o Estreito de Ormuz. Em resposta, Teerã ameaçou atacar navios de guerra que cruzassem a região e retaliar contra os portos vizinhos do Golfo.

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Apesar das tensões, o cessar-fogo entre os países foi estendido, com a suspensão das campanhas de bombardeio dos EUA e Israel contra o Irã, mas a situação continua volátil e pode mudar rapidamente.

Fonte por: CNN Brasil

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