Reunião entre Edinho e Marília não define candidatura em MG

Reunião com aliados da ex-prefeita é descrita como “longa”, “amigável” e “respeitosa”, com presença de Leninha, presidente do PT em MG.

28/06/2026 19:30

2 min

Presidente do PT, Edinho Silva, durante o IV Encontro Nacional de Evangélicos e Evangélicas do partido
Presidente do PT, Edinho Silva, durante o IV Encontro Nacional d...

Reunião do PT em Minas Gerais termina sem acordo sobre candidatura

A reunião entre o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e a ex-prefeita de Contagem (MG), Marília Campos, não resultou em um consenso sobre a candidatura dela ao governo de Minas Gerais. Edinho foi ao estado a pedido do presidente Lula, com a intenção de persuadir Marília a desistir da candidatura ao Senado, onde está bem posicionada nas pesquisas, e se lançar na disputa pelo Palácio Tiradentes. Contudo, ela permanece resistente à proposta.

Aliados de Marília relataram que o encontro foi longo, amigável e respeitoso, contando também com a presença da presidente estadual do PT, deputada Leninha. Apesar da falta de uma definição, ficou acordado que a decisão sobre a candidatura será tomada na próxima semana.

A presidente do PT em Minas Gerais confirmou que não houve decisões na reunião e destacou que o diálogo continuará com as lideranças estaduais e nacionais nos próximos dias.

Bancada do PT opta por candidatura própria

Na última quarta-feira, 24, a bancada do PT se reuniu com o presidente Lula em Brasília e decidiu pela candidatura própria ao governo de Minas Gerais. Inicialmente, Lula pretendia lançar o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), mas Pacheco recusou a proposta, levando Lula a reavaliar a estratégia no estado, que é considerado crucial para a eleição presidencial.

Historicamente, todos os candidatos que venceram em Minas Gerais também triunfaram nas eleições nacionais. Antes de decidir pela candidatura própria, Lula considerou apoiar outros candidatos, como o ex-vereador Gabriel Azevedo (MDB), mas essa ideia encontrou resistência dentro do PT devido ao histórico político de Azevedo, que começou sua carreira no PSDB e apoiou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

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Além disso, houve tentativas de reaproximação com o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT), mas as negociações não avançaram.

Fonte por: Jovem Pan

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