Trump afirma que CIA revelará plano de Maduro para eleições na Venezuela

Presidente dos EUA acusa China de ser responsável pela maior violação de dados eleitorais já registrada

17/07/2026 09:30

2 min

Presidente dos EUA, Donald Trump
Presidente dos EUA, Donald Trump

Trump elogia aproximação com a Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou na quinta-feira, 16, a colaboração com a Venezuela, que se intensificou após a captura do ex-ditador Nicolás Maduro no início do ano. Trump afirmou que a Agência Central de Inteligência (CIA) irá divulgar informações que comprovam a influência de Maduro no processo eleitoral americano.

Em seu pronunciamento, Trump declarou: “Vencemos na Venezuela e agora eles estão trabalhando em conjunto com Washington para disponibilizar ‘milhões e milhões’ de barris de petróleo”. O presidente também mencionou a guerra contra o Irã, que, segundo ele, está sendo “difícil de encerrar”, mas que os Estados Unidos estão conseguindo avanços significativos na política externa.

Acusações de interferência da China

Trump acusou a China de realizar “a maior violação conhecida de dados eleitorais”, em um esquema que envolveria outros países. Ele alegou que essa fraude teve início nas eleições presidenciais de 2020, quando foi derrotado pelo democrata Joe Biden.

O presidente afirmou que documentos recentemente divulgados mostram que, ao longo dos anos, a China comprometeu dados eleitorais, resultando na aquisição ilícita de 220 milhões de registros de eleitores dos Estados Unidos. Trump também mencionou que a Casa Branca possui documentos que comprovam suas alegações.

Ele destacou que essa violação representa um risco à segurança do processo eleitoral, pois os dados acessados incluem informações sensíveis, como nomes, endereços e preferências partidárias. Trump alertou que isso poderia ser utilizado em “outras atividades”, sem dar mais detalhes.

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Rejeição das acusações pela China

O Ministério das Relações Exteriores da China, em resposta às acusações de Trump, classificou-as como uma tentativa deliberada de difamar o país. O porta-voz do ministério, Lin Jian, afirmou que a China “não tem interesse em interferir nas eleições dos EUA e nunca o fez”, reiterando o princípio de não interferência nos assuntos internos de outras nações.

Além disso, Trump criticou emissoras de TV dos Estados Unidos que não transmitiram seu discurso, ameaçando-as com a cassação dos direitos de transmissão.

Fonte por: Jovem Pan

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