“Vamos acelerar a universalização”, afirma CEO da Equatorial sobre Copasa

Companhia conquista desestatização da estatal mineira e controlará até 30% da empresa, com veto do governo em decisões estratégicas.

16/06/2026 12:20

2 min

Equatorial Adquire Copasa e Promete Investimentos em Saneamento

Após vencer o processo de privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), o CEO da Equatorial, Augusto Miranda, anunciou que a empresa irá intensificar os investimentos para alcançar a universalização dos serviços até 2033, conforme estipulado pelo Marco Legal do saneamento.

A declaração foi feita durante a cerimônia de toque de campainha na B3, em São Paulo, realizada na terça-feira (16). Na última quinta-feira (11), a Equatorial foi confirmada como investidora de referência na oferta pública de ações da companhia mineira de água e esgoto.

Compromisso com a Universalização do Saneamento

Miranda destacou a importância do saneamento como um instrumento de transformação social e reafirmou o compromisso da empresa em acelerar a universalização e ampliar os investimentos no setor. O Novo Marco Legal do Saneamento estabelece que até 2033, 99% da população brasileira deve ter acesso à água potável e 90% à coleta e tratamento de esgoto.

No início do mês, a Equatorial foi a única proponente na disputa pela estatal mineira, oferecendo R$ 49,03 por ação, superando o preço mínimo de R$ 47,23 estabelecido pela Copasa. Com a privatização, o governo mineiro, que detinha 50% da empresa, agora possui 5% e terá poder de veto em decisões importantes.

Impacto da Privatização no Setor de Saneamento

Miranda afirmou que a privatização da Copasa representa um “novo capítulo” para a companhia, com a expectativa de que “o melhor ainda está por vir”. Este movimento é considerado um dos mais significativos no setor de infraestrutura desde a privatização da Sabesp e reforça a estratégia da Equatorial de expandir sua atuação além do segmento de energia elétrica.

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O processo de privatização da Copasa se tornou a segunda maior do setor de saneamento no Brasil, atrás apenas da privatização da companhia paulista em 2024, que movimentou quase R$ 15 bilhões.

Fonte por: CNN Brasil

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