Zanin confirma presidente do TJ como governador interino do Rio

Ministro do STF nega solicitação para que novo presidente da Alerj liderasse o Executivo estadual

24/04/2026 15:30

1 min

Zanin confirma presidente do TJ como governador interino do Rio
(Imagem de reprodução da internet).

Decisão do STF Mantém Governador Interino no Rio de Janeiro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, decidiu nesta sexta-feira (24) que o desembargador Ricardo Couto continuará como governador interino do Rio de Janeiro. A decisão rejeita o pedido do Diretório Estadual do PSD, que buscava transferir o comando do Palácio Guanabara para o deputado estadual Douglas Ruas, recentemente eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Desde a renúncia de Cláudio Castro, que ocorreu um dia antes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgar a cassação de seu mandato, o estado não possui um governador efetivo. A perda do mandato do ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacelar, também contribuiu para essa situação. Com a saída de ambos, Ricardo Couto assumiu o governo interinamente.

No último dia 17 de abril, a Alerj elegeu Douglas Ruas como novo presidente. Em resposta a essa mudança, o PSD acionou o STF, argumentando que, pela linha sucessória, o chefe do Legislativo estadual deveria assumir a função de governador em exercício.

Posicionamento do STF sobre a Sucessão Governamental

Segundo Zanin, a eleição realizada em 17 de abril de 2026 para a presidência da Alerj pode ter efeitos internos, mas não modifica a decisão já proclamada pelo STF.

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Expectativas sobre as Eleições no Estado

A crise política no Rio de Janeiro ainda aguarda um desfecho definitivo no STF, que está realizando um julgamento para definir como o próximo governador será escolhido. O TSE havia determinado a realização de eleições indiretas, nas quais os deputados estaduais escolheriam o governador. No entanto, no final de março, Zanin suspendeu essa decisão, argumentando que a renúncia de Cláudio Castro foi uma “burla” à Justiça e que a população fluminense deveria escolher o novo governador por meio de eleições diretas.

O julgamento da liminar pelo plenário do STF começou em abril, mas foi suspenso devido a um pedido de vista do ministro Flávio Dino, que solicitou mais tempo para análise do caso.

Fonte por: Jovem Pan

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